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    O XII Encontro Nacional da Rede Salesiana de Escolas (XII ENARSE) será realizado de 24 a 26 de abril em Brasília, DF, reunindo cerca de 200 representantes de todo o Brasil.   Sob o tema “A educação na era digital”, educadores de todo o Brasil estarão reunidos nos próximos dias 24 a 26 de abril, durante o XII Encontro Nacional da Rede Salesiana de Escolas (XII ENARSE). O evento será realizado em Brasília, DF, com a participação de cerca de 200 pessoas, entre diretores das mais de 100 unidades da Rede de todo o país, animadores e gestores dos seis polos regionais, e coordenadores, assessores e diretores nacionais da RSE. O objetivo deste XII ENARSE é fundamentar o posicionamento da RSE diante das novas tecnologias, tendo em vista o Material Didático Digital – que começou a ser implantado na Rede este ano – e a importância de utilizar esses recursos digitais como ferramentas para intensificar os fundamentos da educação salesiana nas escolas. Nessa perspectiva, a tarde de 24 de abril, primeiro dia do ENARSE, será dedicada à reflexão sobre o projeto educativo-pastoral da Rede. Pe. Miguel Angel Garcia Morcuende, salesiano, responsável pelo Setor Escola do Dicastério para a Pastoral Juvenil dos Salesianos de Dom Bosco, fará uma palestra sobre a proposta pastoral dos salesianos e a área educacional. Em seguida, o assessor de Pastoral da RSE, Antonio Boeing, falará sobre “Escola Salesiana em Pastoral: realidade e perspectivas”. Na manhã de 25 de abril, a engenheira e pós-graduada em Marketing e Design, Martha Gabriel, fará uma palestra sobre o tema central do ENARSE. Consultora nas áreas de marketing digital, inovação e educação, Martha é autora de diversos livros, sendo o últimoEduc@r – A (r)evolução digital na educação, livro que será distribuído pela RSE durante o evento. A proposta é que ela traga aos educadores participantes do ENARSE uma visão mais global, que depois será concretizada na especificidade da Rede Salesiana de Escolas. Para isso, os assessores nacionais da RSE: Cíntia Lapa, Kátia Smole, Paulo Cunha e Paulo Simeão; vão tratar, no decorrer do dia, de temas específicos, como: o Material Didático Digital da RSE, o uso do Portal Futurum, o Programa de Formação de educadores da Rede, a Cultura da avaliação e o Centro de Serviços Compartilhado (CSC). Os diretores-executivos da Rede Salesiana de Escolas, Pe. Nivaldo Luiz Pessinatti e Ir. Ivanette Duncan de Miranda, farão a abertura dos trabalhos do dia 26, tratando do momento atual da RSE e da escola diante do desafio digital. Em seguida, o assessor de Comunicação, Célio Ballona, falará sobre as atividades da Rede nessa área e as perspectivas da comunicação no próximo período. O XII ENARSE será encerrado com o encontro por polos. Com sedes em Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Recife (PE) e Manaus (AM), os polos da RSE têm a função de concretizar as diretrizes nacionais nas realidades regionais das escolas, tornando-as mais eficientes e integradas.   Material Didático Digital Nos colégios da Rede Salesiana de Escolas em todo o Brasil, alunos começaram neste ano de 2013 a utilizar, junto com os cadernos e livros impressos, conteúdos digitais e tablets. A mudança faz parte de um momento de transição da RSE, com grande investimento em novas tecnologias. Produzido pela Edebe-Brasil, o Material Didático Digital (MDD) é composto pelo livro digital e o caderno interativo. Os recursos apresentam navegação fácil e intuitiva, incorporam várias linguagens e favorecem o estudo colaborativo. O MDD se destina aos alunos do fundamental (anos finais) e ensino médio. A implantação será gradativa. Neste ano, foram disponibilizados para as unidades da RSE o material para o 6º ano do ensino fundamental II e 1º ano do ensino médio. Em 2015, será oferecido para o 7º ano do fundamental e 2º ano do ensino médio, fechando o projeto em 2016 para o 8º, o 9º ano do ensino fundamental II e 3º ano do ensino médio. Mesmo estando no começo da implantação, o projeto já alcança milhares de estudantes salesianos, com retorno muito positivo das comunidades. “Nestes dois primeiros meses de uso do MDD, tivemos mais de 40 mil downloads dos livros digitais entre os educandos e educadores. Hoje o projeto conta com aproximadamente 12 mil alunos e 2.642 educadores, coordenadores e diretores utilizando o material”, informa Edevaldo Gaudencio, coordenador de TI da RSE.   A Rede Salesiana de Escolas A educação salesiana está presente no Brasil há 130 anos e se caracteriza por uma pedagogia baseada no amor, na ciência e na espiritualidade. Em 2001, começou a se concretizar a proposta de uma rede de ensino que pudesse unir as dezenas de escolas que compartilhavam dessa concepção pedagógica-pastoral em torno de um projeto conjunto e inovador. Hoje, a Rede Salesiana de Escolas (RSE) é a maior rede católica de ensino das Américas: congrega cerca de 5 mil educadores e 85 mil alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio, em mais de cem instituições de ensino em todo o Brasil. Mais do que um sistema de ensino, o que se destaca na RSE é um projeto pedagógico-pastoral que funciona realmente em Rede e que envolve todas as escolas com o objetivo de formar cidadãos capazes de compreender criticamente a sociedade em que vivem e de agir sobre ela.   Ana Consenza - RSE Informa  
Os estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 já podem conferir o espelho de correção da redação. A ferramenta está disponível na página do Inep na internet. Para conferir o documento, o participante deve informar seu CPF e senha de acesso ao sistema. Segundo o Inep, autarquia do Ministério da Educação responsável pelo Enem, foram corrigidas 5.049.248 redações. Delas, 481 receberam nota 1.000, a pontuação máxima. Ficaram com zero 106.742 textos — 32.991 entregues em branco e outros 73.751 anulados porque seus autores desobedeceram de alguma forma as regras da organização. O acesso ao espelho de correção tem, segundo o Inep, finalidade pedagógica. Pretende mostrar aos participantes o que os corretores consideram certo ou errado, seguindo critérios pré-estabelecidos pela organização da prova. Os textos foram lidos por dois corretores, que atribuíram notas de zero a 200 pontos para cada competência avaliada. Uma terceira correção foi feita nos casos em que houve discrepância de ao menos 100 pontos na avaliação final e 80 pontos em cada uma das competências. Quando a diferença se manteve após a terceira correção, o texto foi enviado para análise de uma banca formada por três membros. O Inep informou que 2.496.754 redações foram encaminhadas para o terceiro corretor, ou metade do total. A banca de especialistas, por sua vez, avaliou 306.821 textos, ou 6% do total. A edição 2013 do Enem introduziu mudanças nos critérios de correção. Erros gramaticais só foram aceitos quando, aos olhos do corretor, eram casos isolados: aqueles vistos como reincidentes foram punidos. Para evitar episódios como os ocorridos em 2012, quando receitas e até o hino de um clube de futebol apareceram no meio de textos, os corretores aplicaram nova regra para punir esse autores: 1.398 redações (0,028% do total) caíram nessa malha fina e receberam nota zero. O tema proposta para a redação do Enem era "Os efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil". A partir do assunto, os participantes tinham de desenvolver um texto dissertativo, problematizando a questão e apontando soluções.   http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/participantes-do-enem-ja-podem-conferir-correcao-da-redacao
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou hoje (7) no Twitter que os candidatos terão acesso ao espelho das redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)  corrigidas no próximo dia 20. O acesso às provas, mais de dois meses depois do resultado do exame,  tem caráter meramente pedagógico, pois os alunos não podem recorrer. Mais de 5 milhões de candidatos fizeram o Enem em 2013 nos dias 26 e 27 de outubro. Após polêmicas relacionadas à correção da redação de 2012, quando um candiato conseguiu nota máxima na redação mesmo inserindo um trecho de receita de macarrão no texto, a prova passou por mudanças. Nesta edição do Enem, o Ministério da Educação (MEC) definiu que se forem inseridos trechos indevidos na redação, o candidato será eliminado. A redação do Enem é avaliada por dois corretores, sem que um saiba a nota atribuída pelo outro. No texto, são avaliadas cinco competências dos candidatos: domínio da norma culta da língua portuguesa, compreensão e desenvolvimento do tema usando várias áreas do conhecimento; defesa de um ponto de vista; argumentos e proposta de intervenção para o problema e respeito aos direitos humanos, segundo o Guia de Redação para o Enem. O candidato recebe de 0 a 200 pontos por cada competência. A soma vai resultar na nota total, que pode chegar a mil pontos. A nota final do candidato será a média aritmética das notas totais concedidas pelos dois avaliadores. Se entre as notas totais dos dois corretores houver diferença superior de 100 pontos ou de mais de 80 pontos em qualquer uma das cinco competências, a redação segue para um terceiro avaliador. Nesse caso, a nota final é a média aritmética das duas notas totais que mais se aproximarem. No caso de a discrepância continuar depois da terceira avaliação, a redação é corrigida por uma banca com três professores, que dá a nota final. O MEC estima que 52% das redações do Enem 2013 passaram por um terceiro corretor. Para dar conta desse volume, o número de avaliadores contratados subiu de 5,6 mil em 2012 para 9,5 mil este ano. Desde o Enem de 2012, o estudante pode ter acesso ao texto corrigido para fins pedagógicos, ver como foi a correção por competência. No entanto, o candidato não pode questionar a correção e pedir a revisão da nota, de acordo com o edital do exame. A nota do Enem pode ser usada para a participação em programas como o Sistema de Seleção de Unificada (Sisu) que seleciona estudantes para vagas no ensino superior público; o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas em instituições privadas; e o Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec), que seleciona estudantes para vagas gratuitas em cursos técnicos. Além disso é pré-requisito para firmar contratos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e para a obtenção de bolsas de intercâmbio pelo Programa Ciência sem Fronteiras.   Aline Valcarenghi - Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli  
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